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23 de junho de 2010

As Novas Mídias e o público pós-40 anos

O uso de Mídias Sociais como ferramenta de colocação no mercado de trabalho é tema de oficina gratuita para maiores de 40 anos

Por Aline Souza - Jornalista Zeta Probus


Para quem pensa que o perfil de usuários das mídias sociais são as pessoas mais jovens, se engana. Empresas preocupadas em absorver profissionais acima de 40 anos estão embasadas na diversidade para o alcance de resultados. Está crescendo a procura de profissionais mais experientes, de faixa etária acima de 40 anos, no acesso aos sites de relacionamento, principalmente devido à realidade atual de empresas fazerem uso desse tipo de ferramenta na hora de buscar candidatos para contratação. De acordo com Gláucia Oliveira, Gerente de Recrutamento e Seleção do Grupo SERES, a contratação de profissionais de idade mais avançada pode ser positiva, pois “são profissionais mais maduros com experiência de vida que agregam a experiência técnica no alcance dos objetivos da empresa”, afirma.



É claro que um quadro mais jovem dentro de uma empresa pode facilitar outros aspectos. É uma geração que tem como foco de atuação o pensar e fazer diferente, oxigenando a empresa com idéias inovadoras e com motivação diferenciada. Entretanto, as desvantagens de funcionários mais jovens podem ser vistas quando “o quadro é composto somente por profissionais muito jovens, perdendo assim o histórico de relacionamento e referenciais de apoio junto a clientes e fornecedores”, explica Gláucia Oliveira. De acordo com ela, a bagagem técnica e a experiência para lidar com situação adversas é outro fator de peso.


Uma das dificuldades enfrentadas pelos profissionais acima de 40 anos são os vícios deixados por outras experiências anteriores, afirma Oliveira. Além disso, também é preciso ficar atento a outros pontos. Segundo ela, algumas empresas possuem uma avaliação discriminatória e injusta muitas vezes acreditando que o custo desse profissional mais experiente seja muito alto e sua capacidade produtiva seja baixa, o que não é verdade segundo Gláucia.


Entretanto, quando o assunto é a utilização das novas mídias, as empresas estão cada vez mais atentas às novidades e mudanças constantes de mercado. É fato que o profissional que consegue acompanhar esses avanços não fica para trás, pois as empresas procuram quem possa ajudá-la quanto às transformações tecnológicas. Pensando nesse aspecto, a ZETA Probus, em parceria com o portal de gestão de pessoas BUSCA RH, criou a 1º Oficina de Comunicação e Novas Mídias para o público pós-40 anos como uma oportunidade a mais para estes profissionais mais velhos.






Na opinião de Antoniel Bastos, criador do Busca RH e Diretor de Relacionamento da Zeta Probus, a utilização das novas mídias é um processo favorável à gestão de pessoas. “Toda essa revolução é favorável, com as mídias sociais é possível estreitamos o relacionamento junto ao mercado, ganhando agilidade na divulgação de informações e consolidando a marca e suas realizações. É importante muita seriedade nesse momento!”, afirma.

Tanto Antoniel Bastos como Gláucia Oliveira dão as dicas para aqueles candidatos de idade avançada: Ressaltar suas realizações e diferenciais conquistados ao longo da carreira é o mais importante na hora de buscar uma vaga. Mencionar sempre as promoções alcançadas nas empresas onde passou e o motivo de tê-las conquistado. Também é importante possuir postura dinâmica, energia producente e capacidade para inovar e se adaptar.

Com palestras de:

Antoniel Bastos - Tema: Como está se dando essa reinserção de profissionais mais experientes no mercado, quando são pessoas acima de 40 anos interessadas em inovar nas suas capacidades.

Vitor Guerra é publicitário focado exclusivamente em mídias sociais com experiênci em treinamentos de projetos de mídias sociais. Tema: Fala sobre a questão técnica da utilização das novas mídias com palestra expositiva.

Siga-nos no Twitter: @zetaprobus / @midiaegestao

27 de maio de 2010

Na Copa, empresas liberam funcionários para assistir aos jogos

por Anderson Silva  - Canal RH


A cada quatro anos a Copa do Mundo, o maior evento do futebol internacional, inflama as torcidas de todo o mundo. É um período de festa, de congraçamento entre as nações, de paixões, vitórias e, às vezes, desilusão. E todos esses sentimentos estão presentes nas empresas, influenciando o clima das organizações. A Copa modifica a rotina dos escritórios e requer preparação por parte das companhias para que os colaboradores possam assistir aos jogos – torcer, vibrar, sofrer - sem que isso prejudique os negócios.

Na MoIP, empresa de pagamentos eletrônicos de compras virtuais, a questão dos turnos é um complicador nesse período. “A companhia trabalha 24 horas por dia, todos os dias da semana”, destaca o diretor-geral da empresa, Igor Senra. Ele explica que isso ocorre porque, como as lojas da internet não fecham nunca, alguns setores da sua companhia precisam estar em atividade permanente. Ainda assim haverá paradas durante os jogos, levando em conta os horários dos turnos. “Quem chega às 15h, por exemplo, poderá chegar depois dos jogos e quem trabalha horário integral também será liberado para assistir aos jogos da tarde”, informa.

Para Senra, a Copa também é uma oportunidade de integrar a equipe. “Estamos estimulando as pessoas a virem com roupas verde- amarelas nos dias dos jogos e procurando um local para que todos os funcionários assistam aos jogos juntos, embora também vamos liberar quem quiser assisti-los com seus parentes e amigos”, comenta.

A KeyAssociados, consultora especializada em soluções sustentáveis, já resolveu esse assunto: reservará um restaurante para cerca de 40 funcionários para os dias dos jogos do Brasil e ainda promoverá uma gincana interna. “Vamos pôr no nosso blogue interno um bolão e premiaremos os vencedores com diversos brindes como, por exemplo, ingressos de cinema”, conta Fabiana Nunes, analista de Recursos Humanos da empresa.

Na Siemens, o evento também será uma oportunidade para incentivar a integração das equipes e promover um clima descontraído na empresa. “Nos dias de jogos do Brasil, o colaborador pode vir com a camisa da seleção para torcer e vamos premiar também a melhor decoração temática nas estações de trabalho”, conta Malena Martelli, diretora de RH para a América Latina da companhia, que deve liberar os funcionários da área administrativa para as partidas da tarde, além de telões para exibição dos jogos da manhã.


O espírito da Copa é mais contagiante ainda na Canon, fornecedora de materiais de impressão e imagem. A empresa já enfeitou todas as instalações com bandeiras brasileiras, inclusive a sala do presidente da companhia para a América Latina, Taro Maruyama, que é japonês de nascimento, mas, pelo jeito, brasileiro de coração. A supervisora de RH da empresa, Sandra Bergamo, conta que quando estavam montando a decoração, perguntaram a ele se queria que colocasse bandeiras do Japão em sua sala e ele disse que não precisava.

A companhia dispensará os colaboradores para assistirem as partidas do Brasil que começarão às 15h30. “Instalamos três telões em pontos diferentes da companhia, mas o funcionário pode optar por assistir aqui ou fora da empresa”, diz Sandra. A única restrição da companhia é que as prioridades de cada setor sejam verificadas com antecedência para que não os clientes não sejam prejudicados.

Outra empresa que vai liberar os funcionários para assistir aos jogos da tarde é a farmacêutica Roche. A diretora de Recursos Humanos da companhia, Denise Horato, informa que eles ainda terão dispensa para ver as partidas com uma hora de antecedência sem necessidade de compensar o horário posteriormente. “A jornada reduzida será abonada e caso as pessoas queiram assistir aos jogos com seus amigos e familiares, nossos fretados terão seu horário antecipado”, conta Denise.

Liberar é optativo

De acordo com especialistas em RH, liberar os colaboradores tornou-se uma prática habitual e, embora a dispensa do trabalho não seja um benefício obrigatório, a maioria das empresas o concede. No entanto, há setores que não podem parar.

No Metrô de São Paulo, por exemplo, no horário próximo aos jogos haverá ainda mais trabalho e mais colaboradores ocupados. “No dia de jogos que começam às 15h30, vamos antecipar o horário de pico da tarde, que normalmente começa às 16h, para as 13h, além de reforçar o quadro de funcionários”, diz o gerente de operações Wilmar Fratini. A antecipação de pico significa pôr mais trens nas linhas e, portanto, mais funcionários. No horário dos jogos o metrô continuará funcionando normalmente.

Para esses casos em que a produção não pode parar, os consultores sugerem algumas formas de compensar os profissionais impedidos de assistir aos jogos ou adotar um sistema de rodízio. “O ideal é o rodízio”, afirma Guilherme Falchi, diretor Comercial da Hera Brasil, empresa especializada em gestão de capital humano e projetos de qualidade de vida. Ele também sugere que as companhias façam coisas diferentes para não desmotivar as pessoas. “Pode ser um sorteio de camisas do Brasil entre os que não puderam assistir à partida”, exemplifica Falchi. A gestora de RH da Academia de Marketing, Patrícia Pastoriza, concorda com Falchi sobre o rodízio e ainda sugere a compensação de horas para motivar quem não pode ver os jogos.

24 de maio de 2010

Você sabe identificar oportunidades de trabalho?

Por Aline Souza - Jornalista Zeta Probus


Inteligência Mercadológica foi o tema da palestra de José Augusto Minarelli* no 14º CONAREM 2010, Congresso de Remuneração do Rio de Janeiro que aconteceu nos dias 13 e 14 de maio. O principal conceito abordado foi a geração de oportunidade de trabalho que esta inteligência possibilita. De acordo com o especialista, o emprego tradicional está se transformando em novas modalidades de exercer a profissão. “Para ter remuneração é preciso se diferenciar na hora de agir no mercado de trabalho e são as relações de troca com os tomadores de serviço que vão ditar o seu sucesso” afirma.


É preciso se relacionar muito bem, ele diz, para que o olhar de marketing pessoal e a inteligência mercadológica surta efeito e assim descobrir aquilo que ainda não existe oferecido no mercado de trabalho, o novo. Ou seja, para transformar a necessidade dos outros em produtos ou serviços é preciso atenção, já que o cliente em potencial estará bem à sua frente para que você venda o benefício de seu trabalho. “Como conselheiro de carreira dos demitidos eu afirmo que o mercado é feito de gente como a gente, ou seja, é preciso desenvolver esse olhar para ficar atento àquilo que não está sendo atendido”, afirma Minarelli. Entretanto, para que alcancemos isso, de acordo com o consultor, precisamos enxergar o marketing pessoal como uma coisa boa e cultivar redes de relacionamentos para sermos indicados e recomendados aos outros. “Todos compram de quem conhecem e de quem se lembram”, disse.

Os benefícios do networking são inúmeros, haja vista o livro escrito pelo José Augusto Minarelli dando dicas profissionais e pessoais para estabelecer um bom relacionamento na vida e na carreira. Aqui damos três dicas:

• Capital Social vale mais que dinheiro, pois ele é farto e todos podem criar na medida em que haja necessidade. Para isso bastam somente indivíduos desconhecidos.

• Networking são vínculos, é preciso ser solidário e respeitoso.

• Não sair de casa sem um cartão de visita para facilitar um próximo contato. Além do mais, anotar sempre no verso dos cartões que recebe a data, o local e informações que o ajudem a se lembrar daquela pessoa.

Já no site promocional do livro Inteligência Mercadológica (www.inteligenciamercadologica.com.br) é possível fazer um teste de Q.I dessa habilidade e isso poderá dar uma base do que está bom e do que é preciso melhorar. Verifique suas habilidades e mãos à obra.



*José Augusto Minarelli é presidente da Lens & Minarelli Associados, que introduziu no Brasil o conceito de Outplacement. É também educador, conselheiro profissional e palestrante. Escreveu os livros Empregabilidade, Trabalhar por conta própria, Venda seu peixe, Networking, Superdicas de Networking e Manual de Transição de Carreira.

11 de novembro de 2009

Novas mídias e novas metodologias

Com o avanço da tecnologia e a chegada das redes sociais, a Internet deixou de ser um simples local de entretenimento e tornou-se uma grande ferramenta no ambiente corporativo. Através do Twitter, Orkut, Facebook e demais mecanismos, as empresas gerenciam melhor o corpo de funcionários.

Percebendo esse crescimento, o Buscarh promove o fórum “Novas Mídias e Novas Metodologias” que ocorrerá no dia 18 de novembro, de oito da manhã ao meio dia, no Auditório da Proeduc – Largo de São Francisco, 34 – 5º andar – Centro – RJ. Estarão presentes como palestrantes o pesquisador da área de Comunicação Corporativa e Comunicação e Novas Tecnologias, Marcio Gonçalves, falando sobre As novas mídias na gestão de pessoas; e o especialista em desenvolvimento do conhecimento organizacional em diferentes ambientes e criador do “Feel”, Pedro Paulo Legey, com o tema Mensurando o desenvolvimento do conhecimento na empresa através do “Feel”.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.buscarh.com.br e a entrada é franca, mas pedimos a doação de dois livros infantis para o Projeto Biblioteca, feito em parceria com a Fundação Aribira. Para mais informações, ligue para (21) 3553-2453 (falar com Raquel Barbosa).