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10 de dezembro de 2010

Desenvolva sua carreira: Comporte-se na rede


Até 2012, as redes sociais deverão reunir mundialmente 800 milhões de pessoas. O tempo despendido online nos sites de relacionamento saltou de três para cinco horas e meia por mês nos últimos três anos, e sete em cada dez adultos usam as redes para contatos profissionais. Com toda essa atividade virtual, é normal que as questões de relacionamento da vida offline migrem para o ambiente online. Aqui, a resposta para algumas delas

Um contato profissional me chamou para ser “amigo” no Facebook ou no Orkut. É indelicado recusar?

Um convite para participar de uma rede social é como um convite na vida real. Você só aceita se achar que vale a pena. “Recusar é um direito seu”, diz a consultora de etiqueta (não virtual) Célia Leão, que dá palestras e cursos sobre o assunto em empresas.

As empresas dão importância ao que se escreve nas redes sociais ao analisarem currículos?

Muita. Por isso é importante cuidar de tudo o que você escreve quando assina seu nome embaixo. Se for uma empresa da área de tecnologia, a importância é ainda maior. “Se o candidato não tem perfil online, se não está nas redes, não participa de blogs ou fóruns, enfim, se ele não está acostumado a se relacionar na rede, nem chamo para a entrevista”, diz Ricardo Jordão, da consultoria de marketing BizRevolution, de São Paulo.

Em redes sociais voltadas para o trabalho, como é o caso do LinkedIn, dá pra recusar convites?

Você só aceita os convites que quiser, mesmo se for para recomendar alguém, ou para apresentar um amigo a outro contato na rede.

É ruim misturar assuntos pessoais e profissionais no Twitter?

Não há mal em fazer brincadeirinhas ou posts pessoais. Agora, se você quer relevância profissional, concentre-se em sua área de atuação. “Há redes com perfil pessoal, como o Orkut, e outras mistas, como o Twitter. Escolha a que tem a ver com seu objetivo”, diz Rui Gianolla, da agência Air, de mídia digital, em São Paulo.

Qual é a regra geral para ter um blog ou perfi l com o mesmo “tema” de seu trabalho na vida real?

Recentemente, a Intel publicou diretrizes para funcionários que quiserem usar mídias sociais. E deixou bem claro que seu mau uso pode colocar em risco o futuro dos funcionários na companhia. A empresa incentiva a participação de seus empregados, mas dá a dica: “Você não deve denegrir nossos concorrentes nem precisa responder a todas as críticas”. Um estudo feito pela consultoria americana Proof- Point com empresas com mais de 1 000 funcionários mostrou que 8% já demitiram um funcionário por causa de posts inadequados.


Fabiana Corrêa
Revista Você S/A

8 de dezembro de 2010

Gestão descentralizada aproxima empresa de colaboradores

por Tatsumi Roberto Ebina*


Até certo tempo, reduzir o nível hierárquico dentro das empresas ou modificar seu modelo de gestão era um desafio impensável para a maioria dos executivos. No modelo hierarquizado, o problema se concentra na comunicação e na produtividade que cada executivo ou colaborador adiciona ao negócio. Entretanto, alguns movimentos começaram a aparecer no sentido de reduzir ou horizontalizar tais estruturas. Ousar adotar um modelo de gestão diferenciado tem colaborado para que algumas companhias se tornem referências em suas áreas de atuação.

Inspirados em empresas com modelos alternativos de gestão, muitos empreendedores e executivos ampliaram seu campo de visão e começaram a utilizar parte das práticas destas organizações como ferramentas para melhorar sua produtividade e estimular os colaboradores. Com isso, algumas empresas obtiveram bons resultados e outras não mudaram tanto, porque, no fundo, é preciso uma política consistente de valores, uma filosofia empresarial que assegure a manutenção do modelo adotado em todas as circunstâncias de mercado.

O mundo dos negócios é moderno e veloz, exigindo dos profissionais foco permanente na satisfação do cliente através de uma equipe consistente com ações que gerem esta satisfação. Contudo, a grande maioria das empresas ainda se baseia em teorias de gestão antigas, com mais de cem anos de existência. Assim como mudam os mercados, os cenários, os consumidores, é preciso que as empresas acompanhem estas alterações e atualizem suas formas de gestão. Estimulando o colaborador e dando autonomia de trabalho, os resultados poderão ser mais satisfatórios. Controlar a equipe com rédeas curtas impede o desenvolvimento e ascensão profissional, além de desestimular a capacidade inovadora e criativa.

No modelo de gestão tradicional que as empresas utilizam, quando se criam os departamentos responsáveis, as pessoas que vão ocupar estas posições se arvoram de poder e status. Por vezes a prepotência do conhecimento fala mais alto e começam a surgir duas classes de pessoas em uma organização, os que mandam (ou pensam que mandam) e os que obedecem (ou fingem que obedecem). Todas as características anteriores começam a se esvair e um novo ambiente se forma, trazendo burocracia e fazendo com que os colaboradores gastem energia para sustentar um sistema menos produtivo.

*Tatsumi Roberto Ebina é o sócio-diretor e fundador da Muttare, consultoria de gestão fundada

21 de julho de 2010

Planejamento Estratégico WEB 2.0. Vai encarar?

A palavra chave da web nos dias de hoje é “diálogo”. Chegou a hora das empresas falarem com o consumidor e mais que isso, escutá-los. Mas como? Já falamos de Blog, twitter, facebook, mídias sociais em geral. Agora precisamos saber como planejar. Manoel Fernandes, Sócio da BITES, consultoria focada na gestão de estratégias voltadas à Web 2.0 fala da importância de um Planejamento Estratégico de Web 2.0 e como esse planejamento poderá ajudar a construir uma imagem sólida para a sua empresa.


15 de julho de 2010

Mídias Sociais de A a Z: o que são e quem faz isso acontecer!!

Assista uma seleção de vídeos que fizemos para você e entenda um pouco mais sobre o que são as Mídias Sociais e como elas estão atingindo enorme público e potencializando as relações entre as pessoas e  entre as empresas e as pessoas!!

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Saiba mais sobre o profissional de Mídias Sociais no vídeo abaixo:

23 de junho de 2010

As Novas Mídias e o público pós-40 anos

O uso de Mídias Sociais como ferramenta de colocação no mercado de trabalho é tema de oficina gratuita para maiores de 40 anos

Por Aline Souza - Jornalista Zeta Probus


Para quem pensa que o perfil de usuários das mídias sociais são as pessoas mais jovens, se engana. Empresas preocupadas em absorver profissionais acima de 40 anos estão embasadas na diversidade para o alcance de resultados. Está crescendo a procura de profissionais mais experientes, de faixa etária acima de 40 anos, no acesso aos sites de relacionamento, principalmente devido à realidade atual de empresas fazerem uso desse tipo de ferramenta na hora de buscar candidatos para contratação. De acordo com Gláucia Oliveira, Gerente de Recrutamento e Seleção do Grupo SERES, a contratação de profissionais de idade mais avançada pode ser positiva, pois “são profissionais mais maduros com experiência de vida que agregam a experiência técnica no alcance dos objetivos da empresa”, afirma.



É claro que um quadro mais jovem dentro de uma empresa pode facilitar outros aspectos. É uma geração que tem como foco de atuação o pensar e fazer diferente, oxigenando a empresa com idéias inovadoras e com motivação diferenciada. Entretanto, as desvantagens de funcionários mais jovens podem ser vistas quando “o quadro é composto somente por profissionais muito jovens, perdendo assim o histórico de relacionamento e referenciais de apoio junto a clientes e fornecedores”, explica Gláucia Oliveira. De acordo com ela, a bagagem técnica e a experiência para lidar com situação adversas é outro fator de peso.


Uma das dificuldades enfrentadas pelos profissionais acima de 40 anos são os vícios deixados por outras experiências anteriores, afirma Oliveira. Além disso, também é preciso ficar atento a outros pontos. Segundo ela, algumas empresas possuem uma avaliação discriminatória e injusta muitas vezes acreditando que o custo desse profissional mais experiente seja muito alto e sua capacidade produtiva seja baixa, o que não é verdade segundo Gláucia.


Entretanto, quando o assunto é a utilização das novas mídias, as empresas estão cada vez mais atentas às novidades e mudanças constantes de mercado. É fato que o profissional que consegue acompanhar esses avanços não fica para trás, pois as empresas procuram quem possa ajudá-la quanto às transformações tecnológicas. Pensando nesse aspecto, a ZETA Probus, em parceria com o portal de gestão de pessoas BUSCA RH, criou a 1º Oficina de Comunicação e Novas Mídias para o público pós-40 anos como uma oportunidade a mais para estes profissionais mais velhos.






Na opinião de Antoniel Bastos, criador do Busca RH e Diretor de Relacionamento da Zeta Probus, a utilização das novas mídias é um processo favorável à gestão de pessoas. “Toda essa revolução é favorável, com as mídias sociais é possível estreitamos o relacionamento junto ao mercado, ganhando agilidade na divulgação de informações e consolidando a marca e suas realizações. É importante muita seriedade nesse momento!”, afirma.

Tanto Antoniel Bastos como Gláucia Oliveira dão as dicas para aqueles candidatos de idade avançada: Ressaltar suas realizações e diferenciais conquistados ao longo da carreira é o mais importante na hora de buscar uma vaga. Mencionar sempre as promoções alcançadas nas empresas onde passou e o motivo de tê-las conquistado. Também é importante possuir postura dinâmica, energia producente e capacidade para inovar e se adaptar.

Com palestras de:

Antoniel Bastos - Tema: Como está se dando essa reinserção de profissionais mais experientes no mercado, quando são pessoas acima de 40 anos interessadas em inovar nas suas capacidades.

Vitor Guerra é publicitário focado exclusivamente em mídias sociais com experiênci em treinamentos de projetos de mídias sociais. Tema: Fala sobre a questão técnica da utilização das novas mídias com palestra expositiva.

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